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sábado, 5 de maio de 2012


Você sabia que 11% das brasileiras com 15 anos ou mais já foram vítimas de espancamento? Sabia também que o marido ou companheiro é responsável por 56% desses casos de violência? Esses dados são de uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo. O levantamento aponta que uma em cada cinco mulheres foram agredidas pelo menos uma vez e mais da metade das vítimas não procura ajuda. O combate à violência contra a mulher tem apresentado recentes avanços. Por parte do governo, algumas importantes medidas já foram tomadas. No Dia Internacional da Mulher deste ano, vamos falar um pouco sobre essas medidas, inclusive a Lei Maria da Penha, que cria instrumentos para coibir a violência doméstica contra a mulher. Procure acompanhar o andamento desses fatos e ver sua repercussão na sociedade! LEI O governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que cria instrumentos para coibir a violência doméstica contra a mulher. Ela foi entregue pela secretária Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, e contém ainda propostas de medidas de prevenção, assistência e proteção às mulheres vítimas de violência. Além disso, prevê o encaminhamento de mulheres em situação de violência e seus dependentes a programas e serviços de proteção, garantindo os diretos à guarda dos filhos e a seus bens. Trata também do processo da volta para o lar, ou seja, a recondução da mulher a sua residência depois do afastamento do agressor. LEI MARIA DA PENHA Aprovada por unanimidade em 22 de setembro de 2006, a Lei 11340/06 – mais conhecida como Lei Maria da Penha – foi criada com a finalidade de coibir a violência doméstica contra a mulher. Contém ainda propostas de medidas de prevenção, assistência e proteção às mulheres vítimas de violência. Além disso, prevê o encaminhamento de mulheres em situação de violência e seus dependentes a programas e serviços de proteção, garantindo os diretos à guarda dos filhos e a seus bens. Trata também do processo da volta para o lar, ou seja, a recondução da mulher a sua residência depois do afastamento do agressor. PACTO NACIONAL PELO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES O objetivo do Pacto é prevenir e combater todo tipo de violência contra as mulheres e garantir seus direitos. Promoção dos Direitos Sexuais e Reprodutivos das Mulheres; Combate à Exploração Sexual de Meninas e Adolescentes e ao Tráfico de Mulheres; Promoção dos Direitos Humanos das Mulheres em Situação de Prisão. O Pacto também é responsável pela instalação do Observatório de Monitoramento da Implementação e Aplicação da Lei Maria da Penha, melhoria das condições de encarceramento feminino, projetos inovadores de enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes e implantação de uma metodologia de atendimento às mulheres vítimas de tráfico, entre outras medidas. ATENDENDO ÀS MULHERES O governo federal criou uma Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, um serviço gratuito de orientação sobre o enfrentamento à violência à mulher, questões de gênero e informações sobre as políticas do governo federal voltadas às mulheres. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana (inclusive feriados) e pode ser acessado de qualquer parte do Brasil. Na Internet, a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres organizou uma rede de serviços de atendimento específicos para a mulher. São prestados pelo governo federal, pelos governos estaduais e municipais, além de diversas outras instituições da sociedade civil. É só conferir na página da Secretaria (http://200.130.7.5/bamu/atendimento/atendimento_mnulher.php) e clicar no mapa para conferir os serviços disponíveis para nosso Estado.

 Basta!


É inconcebível o que vem acontecendo há muito tempo com as mulheres em nosso país, no tocante à violência. O inicio é sempre o mesmo, são humilhações constantes que se iniciam de forma sutil e vai crescendo, aí vem o primeiro tapa e pronto, está instalado o ciclo de violência física, pois a violência psicológica já havia sido implantado no momento da agressão verbal. É necessário que as mulheres não tolerem as primeiras investidas, pois, chega num ponto onde ela fica numa situação de submissão achando que é normal ser agredida e não é. A mulher deve ser tratada com amor e carinho, elas que são mães no sentido de tratar com carinho, de ter compaixão, mesmo aquelas que nunca pariram.

A semana passada teve um caso de violência à mulher que chocou a todos, quando na Zona Rural da cidade de Conceição da Feira- BA, um monstro, me perdoem você que ler este texto, mais não consegui dá outro adjetivo ao sujeito que esfaqueou a barriga da sua companheira grávida de 8 meses e arrancou- le às vísceras e a criança. Aqui no nosso município houve uma criança de 14 anos estuprada e causou uma revolta enorme nos nossos munícipes.

Mulheres não deixem que à violência chegue ao extremo, aos primeiros sinais procurem às autoridades e principalmente se afastem dos agressores, pois o grande bem que temos é a vida que Deus nos deu para ser vivida em paz. 

Guardas Municipais e Escolares de Maragojipe

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